sábado, 30 de janeiro de 2016

Fábio Ricardo Machado- "A festa de toiros em Portugal está viciada e os aficionados é que pagam"

Aos 12 anos entrou na Escola José Falcão e tornou-se num dos bandarilheiros mais estimados de Vila Franca de Xira, à conta de muito empenho e sacrifício. É um aficionado com raça que lamenta que as gentes da terra não entrem tantas vezes na Palha Blanco como deviam. Vê com tristeza o estado da tauromaquia e os jogos de interesses dos bastidores. Diz que hoje em dia a festa de toiros está “viciada” e quem paga com isso são os espectadores. Não hesita em dizer que os taurinos estão a fazer um melhor trabalho a destruir a festa do que os próprios grupos de defesa animal.

A festa de toiros em Portugal e na região está “viciada” por causa dos interesses e jogos de bastidores entre as figuras e isso prejudica o espectáculo que é servido aos aficionados. Em vez de ser premiado e distinguido o mérito, é favorecida a troca de favores entre empresários, apoderados e toureiros. O lamento é de Fábio Ricardo Machado, bandarilheiro de Vila Franca de Xira que conhece bem o meio e é considerado pelos seus pares como uma jovem revelação.

“Não há mérito na festa hoje em dia e a festa está viciada. As coisas estão a funcionar por trocas de favores e não por mérito, infelizmente. E quem perde com isso é o espectador. Quem vai acabar com a festa não vão ser apenas os anti-taurinos, vão ser sobretudo os que estão dentro da festa, que acabam por prejudicar toda a gente. No meio disto tudo o toiro é o mais sincero”, revela.

O bandarilheiro lembra que em Espanha as coisas não funcionam assim e que se uma determinada figura faz uma boa actuação numa praça é convidada a repetir o espectáculo. “Cá em Portugal isso não acontece. Fico muito triste por isso acontecer e vejo com preocupação que o futuro das corridas de toiros esteja cada vez mais comprometido”, confessa a O MIRANTE.

Fábio lamenta que o papel do bandarilheiro ainda não seja suficientemente reconhecido no país e que da centena e meia de bandarilheiros existentes em Portugal só “cinco ou seis” consigam treinar diariamente. “É muito difícil saírem bandarilheiros muito bons sem treinarem. A pessoa tem de dedicar-se muito a isto, eu sempre me esforcei, dediquei, mantive o peso, porque é uma profissão em que não se tem de estar só preparado fisicamente como também mentalmente. Há quem pense que é fácil, por darmos meia dúzia de lances, mas não é. Quando saem toiros difíceis somos nós que temos de dar a cara e colocar o toiro em condições. Quando nós falhamos toda a gente dá por isso”, diz.

Para tentar inverter a situação Fábio já organizou, por seis vezes, festivais de bandarilheiros destinados, também, a homenagear figuras do capote que marcaram gerações e que hoje estão praticamente esquecidas. Na última edição em Vila Franca de Xira, o ano passado, a dois dias do espectáculo já tinham sido vendidos 400 bilhetes mas a chuva forte ditou o cancelamento. Fábio promete novidades sobre a eventual reedição em breve.

“Os vilafranquenses não vão à Palha Blanco tantas vezes como deviam. Acredito que a praça terá mais gente quando for tapada e transformada num recinto multiusos, onde se possam fazer muitas coisas, como espectáculos, concertos ou apresentações de sevilhanas. Este é um sítio ventoso. Se as pessoas pagam um bilhete querem estar confortáveis, querem ver um espectáculo em condições, já não exigem só qualidade na corrida como também exigem conforto na praça”, nota.

"Toiro tem de sangrar na arena"
Para Fábio Machado a ideia de adaptar em Portugal os métodos de toureio que já se usam no Canadá ou na Califórnia (Estados Unidos), em que os toiros são cobertos com uma manta e são usadas bandarilhas de velcro para não magoar os animais, não resultam. “As pessoas não gostam de ver sangue mas ele é importante numa lide. Se o toiro não sangrar congestiona-se, corre até morrer. Toureei no Canadá e na Califórnia e vi toiros a morrer na arena e nos curros por asfixia, por não sangrarem. Quando o toiro é sangrado pode vir abaixo de rendimento físico mas também pode melhorar e vir acima, há toiros que estão sempre a ficar mais agressivos em vez de ficarem dóceis. Se fizerem essas alterações isso vai ser o princípio do fim da festa. Com a força que estão a ter os movimentos anti-taurinos não sei que futuro nos espera”, critica.

A associação Pró-Toiro registou, no último ano, um crescimento de público nas praças e o bandarilheiro vilafranquense elogia. “Eu próprio fui a praças que não pensava que iam esgotar. É um bom indicador, mas talvez seja apenas porque as pessoas têm mais desafogo financeiro. Os anos de 2011 a 2014 foram muito maus para a tauromaquia”, lamenta.

Para Fábio Machado a intenção do Governo em colocar os municípios a referendar a festa brava vai ser “muito mau” e não deve ser feito de ânimo leve. Não hesita em dizer que em Vila Franca de Xira o “sim” ganharia “sem sombra de dúvida” mas teme que noutros pontos do país, sem tradição taurina, o mesmo não aconteça.

“Aqui no Ribatejo não há hipótese da tauromaquia acabar. Mas a nossa afición não se resume apenas a esta zona, há corridas por todo o país. 70 por cento das cidades se calhar não são tão aficionadas e referendar não é uma boa ideia. Vamos supor que VFX acabava com as corridas de toiros e essa tradição. O que seria de VFX? Com o que é que nos íamos identificar? Com nada. As pessoas identificam VFX como a terra das touradas, se perdermos essa tradição a terra não tem identidade, não há nada que chame as pessoas. Estamos a falar de tradições com muitos anos, não se pode acabar com elas de forma leviana”, refere.

O bandarilheiro elogia o papel da câmara na defesa que tem feito da festa brava e pela forma como tem investido nas festas do Colete Encarnado e Feira de Outubro. Diz que o Museu da Tauromaquia vai ser uma mais-valia para a cidade. Mas confessa que gostava de ver a cidade a homenagear, além dos toureiros e matadores, também os bandarilheiros que ao longo dos anos foram fazendo parte da festa. “Há bandarilheiros da cidade como o João José, por exemplo, que está retirado e teve toda a vida ligado a isto, tem imensas histórias para contar e muito espólio importante para mostrar”, exemplifica.

"Trabalhou nas obras, dormiu no carro e aparece em novelas"
O percurso de Fábio Machado é repleto de sacrifício, ambição e paixão pela festa brava. Os avós viviam no Cabo da Lezíria e foi criado no ambiente dos toiros e dos cavalos. Depois dos avós morrerem aceitou o convite de uma amiga para entrar na escola de toureio José Falcão, à data comandada pelo maestro José Júlio, a quem Fábio diz estar “eternamente” grato.

“O primeiro dia na escola foi mágico, foi como se aquilo me preenchesse como pessoa, nunca mais consegui largar isto”, explica. Com o maestro aprendeu o respeito às pessoas e aos toureiros. Diz que hoje as novas figuras “não têm respeito” pelos matadores e pelas figuras do toureio. Começou como bezerrista e em 2000 tirou a alternativa de novilheiro em Azambuja. “Na altura era mais difícil que agora, as novilhadas hoje são mais cuidadas, não são com novilhos de 500 quilos. Eu tive de enfrentar um toiro Ernesto Castro com cinco anos”, recorda.

Passou sete anos como novilheiro na escola José Falcão e depois decidiu rumar a Badajoz para continuar a evoluir. Trabalhava nas obras de semana para ter dinheiro. A mãe fazia-lhe a marmita e Fábio arrancava para Espanha, dormindo dentro do carro durante o fim-de-semana, para poder treinar com os seus pares espanhóis. “Havia noites em que o frio era tão grande que tinha de ligar o carro e o aquecimento para me aquecer, porque não aguentava mais. Foi uma vida dura”, recorda, que durou dois anos.

Viveu em Madrid com o matador Nuno Casquinha e regressou a Portugal onde, em 2007, tirou a alternativa de bandarilheiro no Colete Encarnado. Desde então tem toureado com várias figuras, a pé e a cavalo. “Costumo sair mais com matadores do que cavaleiros. Sempre quis estar ligado ao toureio a pé e identifico-me mais com esse método. É muito mais difícil ser bandarilheiro de toureio a pé do que a cavalo. Mas o toureio a cavalo também é muito respeitado e também tenho saído com algumas figuras. Há um preconceito errado dos bandarilheiros de pé não poderem sair com os cavaleiros, mas isso está a mudar”, garante.

Fábio Machado já esteve fixo, por exemplo, com João Moura, mas no ano passado saiu com Paco Velasquez, Juan Jose Padilla e Pedrito de Portugal. Actualmente vai saindo com quem o chama. Devido ao impasse em que se encontra a carreira na festa brava, está num ponto de viragem na sua vida, não sabendo ainda qual será o seu futuro. Está também a fazer figuração em novelas dos três principais canais nacionais e trabalho não lhe falta, inclusive no ramo da publicidade televisiva. “Estou a gostar imenso, é um projecto que estou a levar a sério, ter formação com actores, estou a aplicar-me bastante. Se aparecer um papel importante numa novela poderei deixar de tourear, mas a afición vai estar sempre dentro de mim”, confessa.

"Falsidade e mentira tiram-no do sério"
Fábio Ricardo Machado nasceu em Lisboa mas vive em Vila Franca de Xira desde a infância. Tem 33 anos e ainda hoje reside na cidade. Gosta do ambiente dos toiros e das festas da cidade, das suas gentes e do forte sentimento de união da comunidade. Só não gosta que, por vezes, as pessoas se metam nos assuntos das outras sem razão. “Apesar de ser uma cidade é uma terra onde tudo se sabe”, confessa.

Separado e com um filho de quatro anos, diz que ele é o seu maior orgulho. O seu sonho é dar ao filho um futuro melhor e, de preferência, sem os sacrifícios que o pai passou. O bandarilheiro David Antunes é uma das suas referências, mas confessa ter uma grande lista de pessoas da cidade pelas quais tem imenso respeito e admiração, entre bandarilheiros, toureiros e forcados.

Antes de entrar na arena reza a Deus por protecção e todos os dias antes de se deitar agradece o dia. “Passamos muitos nervos antes de entrar numa praça. Nessas alturas são momentos nossos, queremos silêncio, estar concentrados, o vestir é um ritual que temos de estar concentrados e a pensar no que vamos fazer, é uma coisa só nossa”, explica. Já apanhou grandes sustos na arena e algumas cornadas, na perna e mão.

Vai de carro para o trabalho, faz compras no comércio da cidade e fica triste por ver o Vila Franca Centro fechado e ao abandono. É benfiquista mas a sua cor favorita é o azul. Gosta de aprender e ver documentários que o enriqueçam. A falsidade e a mentira tiram-no do sério. Confessa-se uma pessoa decidida e aventureira, embora não tenha uma viagem de sonho porque tem medo de andar de avião. “Ganhei medo na última vez que fui à Califórnia, estava na casa de banho quando apanhámos poços de ar e pensei que o avião ia cair, entrei em stress. As viagens de avião para mim são um sacrifício”, conta com um sorriso.
Fonte: O Mirante.PT

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Samora Correia- Colóquio "A Banda, os Toiros e o Fado" (Reportagem Fotográfica)

Reportagem de Manuel Pereira
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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Samora Correia- Colóquio "A Banda, os Toiros e o Fado" visto por Nelson Lopes

As bandas de música fazem parte da festa dos touros desde 1920 e são uma mais valia nas corridas em qualquer praça. Esta foi uma das conclusões do colóquio que reuniu em Samora Correia os prestigiados maestros Mário Coelho e António Palha Ribeiro Telles na tarde de sábado, 23 de janeiro.
No painel de oradores, o jovem cavaleiro Manuel Telles Bastos, que encantou com a sua simplicidade e boa disposição, o delegado da Inspeção Geral das Atividades Culturais Ricardo Pereira, o compositor de Passodoble e músico António Labreca e o fadista Rodrigo Pereira. A voz dos Marialvas cantou dois fados acompanhado da banda da Sociedade Filarmónica União Samorense (SFUS), num ambiente de grande afición e perante um salão nobre da SFUS com mais de 150 aficionados.
Mário Coelho, toureiro com 60 anos de carreira e um dos melhores bandarilheiros do mundo, enalteceu o trabalho das bandas de música nas corridas e manifestou enorme consideração pelos compositores que fazem passodobles com alma, citando o exemplo da composição produzida por Maurício do Vale em sua homenagem.
O matador de touros de Vila Franca de Xira recordou que foi o último toureiro a ouvir a banda tocar na Monumental de Las Ventas em Madrid após um magistral par de bandarilhas. Desde então não mais houve passodoble durante as lides em Las Ventas.
O fadista Rodrigo Pereira, antigo forcado e um aficionado de corpo inteiro, defende que na lide a pé não deve haver música ”Gosto de ouvir o artista a falar com o touro e ouvir as reações. Preciso de silêncio na praça”, disse.  Mário Coelho não vê inconveniente em lidar ao som de um passodoble com alma, necessariamente diferente dos ritmos que podem acompanhar a lide a cavalo.
Manuel Telles Bastos e António Telles revelaram que a música durante a lide é um incentivo para o toureiro e para o cavalo. Os toureiros da Tourinha, habituaram-se a treinar os cavalos com música ambiente “e quando não havia música eram os vizinhos e amigos ciganos que cantavam para descontrair os cavalos e cavaleiros”, recorda com alegria o jovem neto de Mestre David Ribeiro Telles.
“Lembro-me no Picadeiro do Mestre Nuno de Oliveira, ele colocava música clássica para descontrair os cavalos e eles adoravam aquilo”, acrescenta o Maestro António Telles.
O cavaleiro de Vila Franca emocionou-se com o passodoble com o seu nome, da autoria de António Labreca, interpretado ao vivo pela banda da SFUS com grande mestria e um solo impressionante do trompetista Francisco Marques “Chuiquinho”.
Sobre eventuais exageros na utilização da música em lides que ainda não mereceram, Rodrigo Pereira defendeu que as bandas filarmónicas devem tocar sempre que o público peça. “O Público é que manda, é ele que paga o espetáculo”, referiu. Sobre o fado nas corridas de touros, Rodrigo Pereira considera que em alguns períodos da corrida, pode ser um complemento de valorização do espectáculo, mas nunca durante a lide. “Na volta à arena, no intervalo, já tenho cantado fado e penso que resulta bem”.
Para o diretor de corrida nem sempre é fácil decidir quando manda tocar a banda ou silencia os acordes. Ricardo Pereira, que dirige corridas nas principais praças, defende que conhecer os artistas, a banda e o público facilita a decisão. “Não há toureiros iguais, nem praças iguais, cada uma tem o seu tipo de público e vive a festa de uma maneira diferente”, considerou.
Todos os presentes concluíram que é importante reduzir ainda mais os tempos das corridas, eliminando rituais injustificados e apelando ao bom senso dos toureiros.” Vi um cavaleiro que colocava um ferro e dava quatro voltas à arena, não é bonito”, disse Mário Coelho que foi muito crítico em relação à organização das corridas em Portugal. “Sou um aficionado com 60 anos de carreira, mas evito assistir a algumas corridas. É mau demais. Não há respeito pelo público”, concluiu. 
No final do colóquio, que nasceu numa ideia do aficionado samorense António Relvado, todos os intervenientes elogiaram a cultura tauromáquica que se vive em Samora Correia. Os artistas saíram pela Porta Grande com a promessa da SFUS continuar a promover conversas e outras iniciativas sobre a festa dos touros. A coletividade manifestou interesse em receber a exposição evocativa dos 60 anos de carreira do Maestro Mário Coelho que esteve recentemente em Vila Franca de Xira.
Texto & Foto: Nelson Lopes

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Safara(Moura)- Largada de Vacas no dia 23 de Janeiro 2016

Reportagem de José Canhoto
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Montijo- Colóquio "O Toureio a Pé em Portugal" no dia 29 de Janeiro 2016

Clube Taurino Vilafranquense- Jantar Colóquio "A Mulher no Mundo do Toiro" no dia 29 de Janeiro 2016

domingo, 24 de janeiro de 2016

Ilha Terceira(Açores)- Época de Defeso na Ganadaria Eliseu Gomes

Reportagem de Fernando Pereira

Ilha Terceira(Açores)- Época de Defeso na Ganadaria Humberto Filipe

Reportagem de Fernando Pereira

"Sol & Toiros TV"- 2º Programa de 2016

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Azambuja- Feira de Maio 2016 já tem data marcada

As ruas da Vila de Azambuja vestem-se de gala para 5 dias cheios de emoção e de animação. A oferta é vasta: Noite de Sardinha Assada, Largada de Toiros, Tertúlias, Homenagem ao Campino, Espectáculos Musicais, Artesanato, Gastronomia, Actividades Equestres e muito mais!... Azambuja espera por si de 26 a 30 de Maio para a sua tradicional Feira de Maio 2016.
Também no início do mês de Maio arranca a edição "XVII Mês da Cultura Tauromáquica", uma organização da Câmara Municipal de Azambuja que culminará então com a Centenária Feira de Maio.

Ilha Terceira(Açores)- Época de Defeso na Ganadaria Casa Agrícola José Albino Fernandes

Reportagem de Fernando Pereira


Câmara Municipal de Alcochete aprova voto de louvor a Forcados Alcochetanos

"A Câmara Municipal aprovou, por unanimidade, um voto de louvor ao Grupo de Forcados Amadores de Alcochete e a Marcelo Lóia, cabo do Grupo de Forcados Amadores do Aposento do Barrete Verde de Alcochete, pelos desempenhos na temporada tauromáquica de 2015.
2015 foi um ano de muitos triunfos para os dois grupos de forcados de Alcochete, reconhecidos por diversos órgãos de comunicação social de âmbito taurino e muitas tertúlias de norte a sul do país, que resultaram na distinção do Grupo de Forcados Amadores de Alcochete, como melhor grupo do ano, e Marcelo Lóia, como melhor forcado do ano.
“Alcochete sempre foi uma fonte inesgotável de Homens valentes, galhardos, que com a sua mestria perpetuaram no tempo tradições de que a história se orgulha! São estes valores, personificados na forcadagem alcochetana que, tem e continuará a ter os melhores entre os melhores, que nunca nos devemos esquecer de homenagear”, pode ler-se na proposta.
“Todas as palavras que possamos verbalizar ou escrever acerca dos forcados, e em particular dos forcados de Alcochete, serão sempre poucas e não reproduzem o reconhecimento e o orgulho, que se sente ainda mais quando estamos fora de Alcochete”, referiu o Presidente da Câmara.
“É bom ouvir na primeira praça do país, o Campo Pequeno, que bons forcados que Alcochete tem”, enfatizou Luís Miguel Franco, que manifestou o desejo de que Alcochete se mantenha como Terra Mãe de Forcados.
“Os grupos de forcados em Alcochete representam também escolas de vida, e transmitem valores de superação, de camaradagem, de humildade que são valores para toda a vida”, disse o vereador Vasco Pinto, que acrescentou que “temos a felicidade de ter dois excelentes grupos de forcados, que são duas excelentes escolas de homens, que têm dado ao nosso Concelho, exímios intérpretes desta arte que têm divulgado da melhora forma a nossa terra além-fronteiras”.
O voto de louvor será remetido à Assembleia Municipal."
Fonte: CM Alcochete

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Vendas Novas- Vacada no dia 9 de Fevereiro 2016

Montijo- Carnaval Taurino no dia 7 de Fevereiro 2016

Vila Franca de Xira- Carnaval Taurino no dia 6 de Fevereiro 2016

Praça de Toiros Palha Blanco - 16h
XVII Garraiada da Tertulia 
"Casa dos Forcados Amadores de Vila Franca de Xira"
Cavaleiros:
Carlos Silva "Paneco"
Rui Godinho "Diamante"
Bernardo Alexandre "Visconde da Loja Nova"
Vasco Pereira "Vasquinho"
Matadores:
Pedro Castelo "El Guru..."
Ricardo Patusco "El Rata"
Forcados:
GF Juvenis de Vila Franca de Xira
Ganadarias:
Várias reses de Paternidade Incógnita
Fonte: www.forcadosdevilafranca.com

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Saint-Étienne-du-Grés(França)- "Festival Taurino" de homenagem a Denis Sánchez no dia 17 de Janeiro 2016

A Praça de Toiros de Saint-Étienne-du-Grés recebeu um "Festival Taurino" de homenagem ao ganadero francês Denis Sánchez que faleceu no ano passado, vítima duma cornada na sua herdade, houve uma exibição de Recortadores, que contou com a presença dos Recortadores Vilafranquenses Alexandre Carolino, Mário Rocha e Kaly Cardoso, clique na imagem em baixo para ver a reportagem de "SandyPhotos".
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Samora Correia- Colóquio "A Banda, os Toiros e o Fado" no dia 23 de Janeiro 2016

Safara(Moura)- Largada de Vacas no dia 23 de Janeiro 2016

GFA de Santarém iniciam a sua Temporada 2016 na Ganadaria João Ramalho

"O novo ano já chegou e com ele vem mais uma época de compromisso para o Grupo de Santarém, que já vai dando sinais de vida!
O primeiro treino está marcado para sábado dia 23 de Janeiro às 11:00 e será em casa do antigo elemento do nosso Grupo, o nosso amigo Sr. João Ramalho, em Salvaterra de Magos.
Domingo dia 31 de Janeiro o Grupo de Santarém pegará num Festival a não perder, em Mourão, onde actua o Cavaleiro Rui Fernandes e os Matadores Finito de Córdoba, Juan José Padilla, Paco Ureña, Fernando Robleño e Manuel Dias Gomes, frente a novilhos-toiros da ganaderia Murteira Grave.
Sábado dia 6 de Fevereiro mais uma edição do famoso derby Activos vs Retirados, na Ribeira de Santarém, seguido de almoço em Santarém.
Três fins-de-semana a não perder a oportunidade de apoiar o Grupo de Santarém no arranque de mais uma temporada! Não falte!"
Fonte: GrupodeSantarem.com

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Festa Brava em Gozundeira (Sobral Monte Agraço)- 29 & 31 de Janeiro 2016

Programa Completo
29 de Janeiro (6ª Feira)
9h- Alvorada
22h- Pamplona pelas ruas da aldeia com gado da Ganadaria Brava – Quinta do Sabrido
23h30- Noite Jovem com: DJ Endless Mambo – Apoio Cabriola’s Bar
30 de Janeiro (Sábado)
9h- Alvorada
22h- Baile com o conjunto Abel Alves
Dia 31 de Janeiro (Domingo)
9h- Alvorada
9h- Inicio do XII Passeio TT
13h- Almoço Convívio
15h30- Largada de Touros com gado da Ganadaria Brava - Quinta do Sabrido
20h- Noite Ribatejana- petiscos e convívio
2 de Fevereiro (3ª Feira)
9h- Alvorada
21h30- Aula de Zumba - Welcome Carnaval (professora Rosiane)
3 de Fevereiro (4ª Feira)
20h30- Jantar convívio partilhado
22h- Baile com Duo musical (entrada livre)
Fonte: Associação dos Amigos da Gozundeira

Recortadores Portugueses em "Festival Taurino" de homenagem a Denis Sánchez

A Praça de Toiros de Saint-Étienne-du-Grés(França) vai receber este domingo, um "Festival Taurino" de homenagem ao ganadero francês Denis Sánchez que faleceu no ano passado, vítima duma cornada na sua herdade, quando procedia à alimentação do gado a campo. 
Em praça estará o Matador Fábio Castaneda e o Novilheiro Fabien Sanchez que lidarão reses da Ganadaria Francesa "Laugier", haverá também uma exibição de Recortadores, que vai contar com a presença dos Recortadores Vilafranquenses Alexandre Carolino e Mário Rocha , este festival é organizado pelo Clube Taurino "Les acrobates taurin aux Arènes".

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Aldeia do Bispo(Sabugal)- Carnaval Taurino 2016- 7 a 9 de Fevereiro

Lageosa da Raia(Sabugal)- Capeia de Carnaval no dia 6 de Fevereiro 2016

Granja- Festival Taurino por ocasião das Festas em Honra de São Brás rematado

O Festival Taurino por ocasião das Festas em Honra de São Brás (a realizar entre os dias 5 a 8 de Fevereiro de 2016), já tem o cartel completamente rematado.
Este ano sob a Organização da Junta de Freguesia da Granja, realizar-se-á no próximo dia 6 de Fevereiro de 2016, a partir das 15 horas na Praça de toiros de Granja, o Festival Taurino de Beneficiência a Favor da Fábrica da Igreja Paroquial da Granja, com vista à pintura da Igreja Matriz de São Brás.
Assim o Cartel é composto por:
Cavaleiros:
Francisco Nuncio
Manuel Ribeiro Telles Bastos
António d`Almeida
Luis Rouxinol Jr
Grupos de Forcados Amadores de:
Évora
Monsaraz
6 Novilhos toiros das Ganadarias:
1 António Silva
1 Silva Herculano (Gentilmente oferecido pelo Sr. Ganadeiro)
4 Sommer d`Andrade (1 Gentilmente oferecido pelo Sr. Ganadeiro)
Preço Único: 15€
Fonte: AGranja.com.pt

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Chamusca- Carnaval Taurino no dia 6 de Fevereiro 2016

GFA de Coimbra & Recortador André Amaro marcam presença no "Carnaval Del Toro 2016"

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

"Entre Toiros & Toureiros"- II Gala de Entrega de Prémios no dia 22 Janeiro 2016

Premiados
Cavaleiro de Alternativa: Luís Rouxinol e João Moura Caetano
Cavaleiro Praticante: Salgueiro da Costa
Cavaleiro Estrangeiro: Diego Ventura
Cavaleiro Estrangeiro Revelação: Jacobo Botero
Cavaleiro de Carreira: Paulo Caetano
Matador: Manuel Dias Gomes
Novilheiro: Diogo Peseiro
Pião de Brega: João Belmonte e Cláudio Miguel
Grupo de Forcados: Amadores de Alcochete
Melhor Forcado: Marcelo Lóia (Ap. do Barrete Verde de Alcochete)
Forcado Revelação: António José Cardoso (Amadores de Alcochete)
Melhor Ganadaria: Ernesto de Castro
Banda Tauromáquica: Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete &  Sociedade Filarmónica Labor e Progresso Samouquence
Empresa: Toiros e Tauromaquia & Aplaudir
Órgão de Comunicação Social: RTP1 &  Sol e Toiros

Fred Do Soito apresenta "La Capeia Arraiana" no "II Festival du Film Taurin de Mudaison (França)


"La Capeia Arraiana - L`Histoire"

"La Capeia Arraiana - Une Tradition Portugaise"

Academia de Toureio do Campo Pequeno abre "La Puerta Grande"

As Inscrições para a Academia de Toureio do Campo Pequeno estão ABERTAS!
És Aficionado Prático? Queres ser Toureiro ou Aprender mais sobre a Arte de Tourear a Pé?
Inscreve-te contactando o número 919 856 244!
Fonte: Facebook "Academia de Toureio do Campo Pequeno"

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Alagoa- "Aficionados Práticos de Vila Franca de Xira" no dia 9 de Janeiro 2016

Reportagem de Cristina Machado
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Comemorações do 118º Aniversário da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete

"Novo Burladero" Nº324- Janeiro 2016

domingo, 10 de janeiro de 2016

Porto Alto (Samora Correia)- Festas Populares 2016 já tem data marcada...

As festas tradicionais do Porto Alto tiveram o seu início em 1980 estando activas até 2009, não se tendo realizado nos 4 anos seguintes, em 2014 um grupo de cidadãos iniciou o trabalho no sentido de realizar esses festejos, voltando a renascer a "Tradição".
Este evento, para além de constituir anualmente, um dos momentos mais relevantes da vida social e colectiva do Porto Alto, permite também, preservar a identidade, as tradições e os costumes desta localidade, dado as suas vertentes religiosa, cultural e taurina. 
Em 2016 as Festas em Hrª de Nª Sra de Guadalupe estão de volta de 15 a 19 de Julho, na qual a Comissão de Festas, constituída por Carlos Falua, João Salema, Rosa Rêgo, Luís Inácio, Marinela Rocha, Maria Vicente, Rafael Nogueira, Sandra Almeida, Dany Martins e Verónica Freitas, preparam mais uns festejos que dignificará Porto Alto e suas gentes.

Mourão- I Feira Taurina da Srª das Candeias 2016

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Santo Estêvão (Benavente)- Vacada de Carnaval no dia 6 de Fevereiro 2016

Aldeia Velha(Sabugal)- Capeia do Ano Novo no dia 2 de Janeiro 2016

Reportagem de Sabrina Natario
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Alagoa- "Aficionados Práticos de Vila Franca de Xira" no dia 9 de Janeiro 2016

G.F.A. de Monsaraz & Redondo iniciam Temporada 2016

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

"Sol & Toiros TV"- 1º Programa de 2016

Vila Franca de Xira recusa fazer referendo sobre Touradas

Vila Franca de Xira não quer mexidas na lei que regula as touradas
Presidente da câmara vai escrever ao primeiro-ministro a expressar a sua preocupação com o assunto. Em causa a possibilidade, aventada por António Costa, de serem as autarquias a referendar a proibição de espectáculos tauromáquicos nos seus territórios.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira está preocupada com a intenção do Governo em mexer na legislação que tutela os espectáculos taurinos, abrindo a possibilidade de serem as autarquias a referendar a realização de corridas nos seus territórios. Por isso, o líder da autarquia, Alberto Mesquita (PS), assumiu que vai escrever directamente ao primeiro-ministro, o também socialista António Costa, a vincar qual a posição do seu município.

“Vou enviar um ofício ao primeiro-ministro a dizer que a cultura tauromáquica é importante para o país e que em Vila Franca de Xira, em particular, não passa pela cabeça que a lei seja alterada. Está bem tal como está. Esta diz que não cabe aos municípios decidirem se devem ou não ter touradas, mas sim promover o que são as tradições. Acho, sinceramente, que o primeiro-ministro terá outras matérias mais importantes do que esta com que se preocupar no imediato. Não me parece que passar para os municípios a responsabilidade de fazer referendos sobre tauromaquia seja uma boa ideia”, frisou.

Recorde-se que o primeiro-ministro António Costa afirmou, no Parlamento, que “é uma boa regra confiar aos municípios o que devem ser as decisões relativas a esses espectáculos, como outros envolvendo animais”, em resposta ao deputado do PAN, André Silva. “A descentralização de competências é uma pedra angular da reforma do Estado. Essa descentralização abre a porta a que os cidadãos, por via do referendo local, se possam pronunciar sobre essa matéria”, defendeu governante.

O assunto foi abordado na última reunião de câmara pelo vereador da Coligação Novo Rumo, Rui Rei, que manifestou a sua preocupação. “Uma das primeiras coisas que este governo fez foi um ataque à tauromaquia, uma tentativa de acabar com a festa de touros. Estranho o silêncio do PS neste assunto, mas veremos como se posicionam alguns ilustres vilafranquenses”, atirou.

Também a Protoiro já se manifestou contra a possibilidade levantada por António Costa, dizendo, em comunicado, que “esta posição revela, antes de mais, um total desconhecimento da legalidade e da importância da tauromaquia no nosso país e para os portugueses. É o próprio Estado que define no Decreto-Lei 89/2014 de 11 Junho, que “a Tauromaquia é nas suas diversas manifestações, parte integrante do património da cultura popular portuguesa” sendo esta área tutelada pelo Ministério da Cultura. A serem implementadas as medidas proferidas, tal constituiria uma grave violação dos direitos, liberdades e garantias constitucionais dos portugueses”, alertando ainda para os milhões de euros de impacto que a tauromaquia tem na economia portuguesa, além dos empregos que gera.

A Assembleia de Freguesia de Vila Franca de Xira também se pronunciou, aprovando uma moção (com os votos favoráveis de CDU e Coligação Novo Rumo e abstenção do PS) onde exige que o primeiro-ministro “cumpra a legislação que regula a Festa dos Toiros em Portugal”.
Fonte: OMirante

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Aldeia Velha(Sabugal)- Largada nas ruas no dia 1 de Janeiro 2016

Ficha Técnica
Capeia de Ano Novo
Repórter: Cristina Machado
Ganadaria: Francisco Carrão
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sábado, 2 de janeiro de 2016

Aldeia Velha(Sabugal)- "Capeia de Ano Novo" adiada para hoje devido ao mau tempo que se fez sentir na região

"Devido o São Pedro não ter ajudado a realização do evento hoje (1 de Janeiro). Este será adiado para amanhã (Sábado, 2 de Janeiro de 2016) já que as previsões são para uma melhoria meteorológica. 
C. R. C. Aldeia Velha agradece a Todos os que se deslocaram hoje ao Largo do "Enxido" para assistir a Capeia e pedimos desculpa pelo incomodo. Esperamos por Todos novamente amanhã."
Programa:
15h- Capeia Arraiana
4 Touros e 2 Vacas (Ganadaria: Francisco Carrão)
Fonte: Facebook CRC Aldeia Velha

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

"Murteira Grave" apresenta I Feira Taurina de Mourão 2016

"Como prometido e mantendo a tradição, anunciamos os cartéis da 1ª Feira Taurina de Nossa Senhora das Candeias de Mourão.
Serão lidados novilhos de cinco ganadarias Portuguesas, vão estar em praça seis matadores de toiros, dois novilheiros, três cavaleiros de alternativa, um cavaleiro praticante e dois grupos de Forcados.
Domingo dia 31 de Janeiro:
Novilhos de Murteira Grave para o cavaleiro Rui Fernandes e para os matadores de toiros Finito de Cordoba, Juan José Padilla, Fernando Robleño, Paco Ureña e Manuel Dias Gomes. Pegam nessa tarde os Amadores de Santarém.
Segunda-feira dia 1 de Fevereiro:
Novilhos de António Raul Brito Paes, Falé Filipe e Joaquim Brito Paes para a lide a cavalo. Na lide a pé serão lidados novilhos de Manuel Passanha Sobral e de Murteira Grave.
Vão estar em praça os cavaleiros Brito Paes, Francisco Palha e o praticante João Salgueiro da Costa.
Na lide apeada Paco Velasquez e os novilheiros Juan Carlos Carballo e Paula Santos. Pegam nessa tarde os Amadores de Monsaraz."
Fonte: Facebook Murteira Grave

"Festa Brava no Ribatejo" deseja Feliz Ano Taurino 2016